domingo, 26 de outubro de 2008

No mínimo diferente...

Ontem à noite fui tomar café com a minha mami quando me deparei com uma mulher vistosa, que se encontrava sozinha. Tinha tomado 3 cafés desde que estava sentada e fumava intensamente... De repente, entra uma homem um pouco atordoado, que estava um pouco bebedo. Tinha chegado de táxi quando entrou no salão de chã e percorreu todo o espaço com o olhar já um pouco tremido. Perguntaram-lhe o que procurava ao que este respondeu que procurava bem estar. Enfim! Denunciou-se a si mesmo e à mulher que já lá se encontrava. Dirigiu-se a esta e cumprimentaram-se timidamente, quase que até posso dizer a medo. Apercebi-me de imediato que não se conheciam. Quando se sentaram e começaram a falar percebi que eram perfeitos desconhecidos um para o outro e percebendo a conversa e os gestos entre os dois constatei que a mulher era prostituta ou "acompanhante". É caso para dizer que "acontece cada coisa..." Enfim, é o mundo que temos... Mas até foi uma cena engraçada de se ver, pois o homem estava nervosissimo, até mesmo aflito como se fosse a primeira vez que tal situação lhe acontecesse.

Semana de terror...

Aguarda-se com muito entusiasmo uma das duas semanas mais esperadas da vida académica! Espera-se muita animação, muitos amigos, grande música, muito amor e alcool à mistura claro... Mas pouco! Até porque esta semana eu e a Lens somos as responsáveis pela Barraquinha de SS ;) Só digo uma coisa: preparem-se porque a semana vai ser dura por causa de aulas, trabalhos e mais alguma coisinha... Mas não há nada melhor do que nos distrairmos um pouco e irmos até à semana do caloiro de UTAD, certo? Lá vos espero para grandes noites!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Muito triste...

"No fundo da rua, depois de passares a casa que tem a porta vermelha, vais ver uma porta azul. É a minha (finalmente levo-te até ao meu canto). Tocas à campainha e se eu não te abrir a porta, levanta o vaso que está pousado junto ao tapete e verás lá uma chave. Abre a porta como se a casa fosse tua.
Se não ouvires barulho algum, senta-te no sofá da sala, há lá um telefone, por baixo dele estará uma carta.

Agora que abriste a carta:
Desculpa o caos, tentei organiza-la o melhor que pude.
Não vás ao andar de cima, deixa-te estar à espera, podes abrir o armário que está à tua esquerda e bebe o que te apetecer, bebe o que mais depressa te puser dormente, tonta, o que for… Lembra-te, não sabes o que se passa, mas estarás quase a sabe-lo… Desconfias o que seja?
Espera… deixa-me dizer-te umas coisas.
Por mais que eu te queira dizer olhos nos olhos que te amo, falta-me a coragem, há algo que me dá um nó na garganta, talvez porque nunca antes me tinha sentido amado, mas agora estou a dizer-to: amo-te.
Não tires esse sorriso da cara, mantém-te assim, és digna das mais lindas fotografias ou telas pintadas pelos melhores pintores…Adoro ver-te assim.
Vê por baixo da mesa que está ao teu lado, essa mesma, a que tem a perna partida (acho que inventei uma nova maneira de decorar casas. Se olhares para a parede atrás de ti, verás que a moldura que lá está, também está rachada), e tira de lá a caixa preta.
Já tiraste? Podes abrir…
Surpresa!!!
Consegui encontrar, é uma caixinha de música igual àquela que tinhas e que se estragou.
Não digas nada, eu sei que adoraste.
Estás contente?
Deves estar a anuir com a cabeça e a morder o lábio inferior pelo nervoso miudinho que te estou a causar…
Queres saber, porque te digo estas coisas? Porque és a pessoa que mais feliz me fez até hoje e que mesmo assim eu deixei pelo caminho. Abandonei-te nestes últimos tempos, não te respeitei como mereces e isto é também, e por isso, um pedido de desculpa.
Pensei muito antes de fazer isto, mas és a única pessoa que, eu sei, que daria pela minha falta se eu desaparecesse…não tenho, nem nunca tive mais ninguém. A minha vida cumpre-se sem a minha participação…
Não te assustes…antes de leres o resto, marca no telefone o 112 e dá-lhes a minha morada.
Por te amar tanto e não te querer fazer sofrer mais e porque não quero correr o risco de te perder para sempre e saber que a culpa é minha, faço agora a minha despedida, deixando em ti todo o meu amor.
Se lês isto agora, será porque morri.
Morri, porque me matei."

Encontrei este texto por acaso e achei-o muito marcante... É daqueles textos que nos fazem chorar...

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Reencontros

Há muitas pessoas que passam pela nossa vida...
Aparecem, desaparecem e passado algum tempo por algum motivo voltam...
Será que é só por acaso? Ou existirá algo mais?!

Pensem nisso e dêem a vossa opinião...