Mensagens

O que ando a fazer?!

O que ando a fazer?! Nunca se perguntaram? Nunca questionaram as atitudes e os comportamentos que adotam relativamente a qualquer coisa? Eu questiono-me várias vezes. Será que isto tudo vale a pena? Será que mereço? Será que vale a pena passarmos as passas do Algarve por alguma coisa? E que coisa é essa que terá ou não assim tanta importância? Muitas vezes lutamos e lutamos como se não houvesse amanhã, como se tudo acabasse se não fizéssemos algo. No entanto, por vezes, é preciso saber quando se deve parar. Quando devemos dizer "chega". Ninguém é perfeito e a verdade é que não precisamos da perfeição, mas precisamos de que algo totalmente imperfeito nos pareça perfeito. E muitas vezes parece. É exatamente aquilo que se quer, é recíproco, mas afinal não é perfeito. Está estagnado. Falta um pequeno pormenor que faz toda a diferença e, por isso, é impossível de contornar e continuamos impávidos e serenos?! Não podemos. Não podemos esperar eternamente pelo que nunca chega, ape...

Boas notícias?! Aguardemos.

Imagem
O PS vai apresentar um diploma próprio com vista à legalização da adoção de crianças por casais do mesmo sexo. Isabel Moreira, grande mulher e deputada socialista é uma das que mais se destaca nas causas de igualdade de género e direitos homossexuais e uma mulher que muito admiro pela sua luta constante pela situação do nosso país.  Em entrevista ao Observador afirmou que "Os diplomas vão ser analisados na próxima reunião do grupo parlamentar socialista, que acontece na quinta-feira, e só depois darão entrada na Mesa da Assembleia da República – o que deverá acontecer no dia seguinte. Isto porque a iniciativa, que recupera diplomas já apresentados pelos socialistas anteriormente, vai ser de todo o grupo parlamentar, e não apenas de um grupo de deputados. “Nem podia ser de outra forma”, confirmou Isabel Moreira." Podem ler a notícia na integra  aqui.

Ser feliz sim!

Imagem
2014 não foi, de todo, um ano fácil.  Foi pautado de muitas tristezas, mas ao mesmo tempo de muitas alegrias, de muito amor, de sucessos. Foi um ano um pouco conturbado. No entanto, tive sempre presente a minha família, a família que se escolhe, o amor, as pequenas alegrias e mimos do quotidiano. Muito obrigada a todos os que estiveram sempre presentes para me estender a mão quando precisei ou para me felicitar pelos sucessos que alcancei. 2015 vai ser, sem dúvida alguma, um a no muito melhor, porque é bom acabarmos o ano com certezas, e eu, eu estou cheia delas neste momento. O coração e a razão não enganam.  Por isso, a todos os que me são queridos, aos meus amigos, família, colegas, a todos os que quero bem, desejo-vos o que desejo para mim: muita saúde, amor e como caminhos novos não existem, venha uma forma nova de caminhar neste novo ano que está quase a chegar    Feliz 2015!

A separação do casal e a guarda partilhada

Imagem
Há tanto para aprender neste campo! Os pais não podem utilizar os filhos como desculpa ou arma de arremesso devido aos problemas que só existem entre os dois. Independentemente de tudo as crianças devem ser sempre preservadas o máximo possível. Cada progenitor tem o direito de seguir a sua vida e de reorganiza-la a nível global, por isso, por muito que se sofra, devem ser tomadas decisões bem ponderadas, mas que tragam paz e minimizem os danos do desgaste e fim de uma relação, só porque se tem medo do que vem a seguir. Uma criança cresce feliz tendo os dois pais a seu lado nos momentos mais simples e mais complexos das suas vidas, independentemente da sua separação ou não. Estes só têm de aprender a lidar com as diferenças que a separação traz para as rotinas das crianças e manterem uma relação parental cordial, reestruturando papéis e acompanhando os filhos de forma equitativa por forma a crescerem de forma saudável, compreendendo que a imagem que se tem de família pode ser muito di...

À violência diga NÃO!

Imagem
Neste dia não podemos deixar de lembrar todas as vítimas mortais de violência conjugal. Não podemos esquecer todas as mulheres e homens que são vítimas diariamente deste crime. O mais importante é lembrar-mo-nos todos os dias que este crime existe, atinge muitas pessoas que por vezes conhecemos e fingimos que não sabemos de nada só porque é mais fácil fazer de conta. Basta de hipocrisias, basta de esconder crimes tão graves e que trazem consequências terríveis quer para mulhe res, homens e crianças.  Por outro lado, chega de pensarmos que é um crime que só atinge mulheres. Também existem muitos homens vítimas que merecem todo o respeito e apoio como qualquer outra vítima. Não esquecendo, por fim, que os agressores também não podem ser deixados ao acaso e limitar-mo-nos a que a justiça se faça. Estes precisam de ajuda, precisam de intervenção. Eu acredito na mudança social e por isso mesmo não podemos reduzir esta problemática só a uma questão de mulheres e vítimas.

Oh Yes I do, of course I do!

Imagem
Quando alguém se vira para nós e nos pergunta se ainda o queremos. Depois de tudo o que passámos, tudo o que ultrapassámos, tudo o que vivemos? A vida dá muitas voltas, é certo, mas há coisas que se mantêm. I believe in magic! Yes I do! E esta música não me sai do ouvido!  "And if you were to ask me After all that we've been through Still believe in magic Oh yes I do Oh yes I do Yes I do Oh yes I do Of course I do"***

Tudo tem o seu tempo.

Imagem
Ontem, em conversa com uma pessoa que costuma acompanhar o que aqui vai sendo escrito, apercebi-me de uma coisa. Essa pessoa dizia-me que o blogue estava diferente, o meu tipo ou temas de escrita estavam diferentes, que não falava tanto sobre, talvez, sentimentos, vivências, temas mais introspetivos, quer para mim, quer para vocês. Fui para casa a pensar nisso... Realmente é verdade. Quando criei o blogue estava numa fase da minha vida completamente diferente da que me encontro neste momento. Tinha outras vivências, outras amizades, outra forma de ver a vida. Basicamente a minha vida era outra. Certo é que o que nos acontece ao longo dos anos molda-nos, faz-nos refletir sobre as nossas atitudes e as nossas escolhas e sobre as consequências que isso nos trouxe. É ou não verdade? Não serei a única pessoa no mundo, nem tão pouco em Portugal, a pensar assim. Passei de aluna universitária que vivia noutra cidade que não a minha e que tinha rotinas totalmente diferentes,  para raparig...